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Postado em 22 de outubro de 2026 @ 08:24

Com edição limitada de 300 cópias, primeiro álbum da banda ganha versão especial em vinil verde neon, enquanto o grupo trabalha em novas composições

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O Inferno Nuclear segue mantendo acesa a chama do thrash metal nacional! Enquanto prepara um novo EP, previsto para o início de 2027, a banda anuncia uma edição especial em vinil de seu primeiro álbum de estúdio, “Diante de Um Holocausto”, originalmente lançado há cinco anos. O trabalho, que já havia chegado ao público nos formatos CD slipcase e fita cassete, agora ganha uma versão de colecionador, resgatando a agressividade e a identidade que marcaram os primeiros passos do grupo.

 

Fabricado pela Rocinante, o vinil de 12 polegadas chega em uma edição limitada a apenas 300 cópias, na cor verde neon translúcido, com 180 gramas, encarte e faixa bônus. O lançamento foi viabilizado por um coletivo de selos e representa mais um capítulo na trajetória do Inferno Nuclear, que mantém sua proposta de unir a sonoridade clássica do thrash metal a letras de forte conteúdo político e social.

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Formado em 2006, em Belém do Pará, por iniciativa do vocalista Wellington Freitas, o Inferno Nuclear nasceu sob a influência direta da escola norte-americana de thrash metal, especialmente da Bay Area, tendo como referências nomes como Exodus, Vio-lence, Anthrax e Testament, além da brutalidade do Sepultura.

 

Desde o início, porém, a banda buscou construir sua própria identidade. Cantando em português e apostando em composições rápidas, agressivas e sem concessões, o grupo transformou sua música em instrumento de contestação, abordando temas como a ascensão do fascismo, a exploração ambiental, as desigualdades sociais e o preconceito.

 

Essa postura ganhou ainda mais força com “Amazônia em Chamas”, segundo álbum de estúdio, lançado em 2025. Com uma abordagem lírica voltada à destruição do ecossistema amazônico, o trabalho consolidou a identidade musical e ideológica da banda, combinando a violência sonora do thrash metal com um contundente alerta sobre as consequências da exploração predatória da natureza.

 

O disco também ampliou a presença internacional do Inferno Nuclear. Na Europa, ganhou lançamento em CD pela gravadora alemã Witches Brew, enquanto o selo Thanatology Productions ficou responsável por uma edição em fita cassete destinada ao mercado asiático, fortalecendo a circulação do trabalho entre fãs e colecionadores do metal extremo.

 

Atualmente radicado em São Paulo, o Inferno Nuclear mantém a mesma essência que motivou sua criação há duas décadas. Com Wellington Freitas nos vocais, Leonardo Garcia na guitarra, Leandro Kronnos no baixo e Marcos Luz na bateria, o quarteto segue investindo em uma sonoridade fiel às raízes do thrash metal, sem abrir mão de sua visão crítica sobre os acontecimentos do mundo contemporâneo.

 

E o próximo capítulo já está sendo preparado. Paralelamente ao lançamento da edição especial de “Diante de Um Holocausto”, o Inferno Nuclear trabalha em um novo EP, com previsão de chegada no início de 2027. O projeto dará continuidade à trajetória da banda, que atravessa duas décadas de atividade mantendo o compromisso com o peso, a velocidade e a contestação.

 

Entre o resgate de seu primeiro álbum e a preparação de material inédito, o Inferno Nuclear reafirma sua posição no underground brasileiro: fazer thrash metal sem concessões, com identidade própria e sem se calar diante das contradições da sociedade.

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A edição limitada em vinil de “Diante de Um Holocausto” pode ser adquirida diretamente com a banda ou com os selos envolvidos no lançamento.

 

Ouça “Diante de Um Holocausto”:

https://www.youtube.com/watch?v=Sewt0fTlu3w

 

Siga o Inferno Nuclear em seus canais oficiais:

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Postado em 20 de outubro de 2026 @ 15:51

Após anunciar seu desligamento da Malvada, cantora aposta em sua identidade autoral com EP de três faixas que explora influências do rock, jazz, soul e blues

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Após subir ao Palco Sunset do Rock in Rio com a Malvada, recentemente, Indira Castillo abre um novo capítulo em sua trajetória musical com o lançamento de “Pandora”, EP que chegou às plataformas digitais no dia 9 de outubro. O trabalho ganha um significado especial diante do recente anúncio de sua saída da banda de hard rock, previsto para o final de novembro, quando a vocalista concluirá os compromissos já agendados com o grupo para se dedicar aos seus projetos pessoais e à carreira solo.

 

Se na Malvada Indira conquistou espaço com sua potência vocal e presença de palco, em “Pandora” ela assume o controle criativo de uma sonoridade que vai além das fronteiras do hard rock. O novo trabalho reúne três composições — “Voo Livre”, “Ouro em Meio às Cinzas” e “Pandora” — que refletem a diversidade de influências de uma artista cuja formação musical transita entre o jazz, o soul, o blues e o rock.

 

Diferentemente de uma ruptura com seu passado, o EP representa a continuidade de uma trajetória construída entre diferentes estilos. Desta vez, Indira também assina a produção musical, trabalhando nos arranjos ao lado de Luiz Cardim (guitarra), Geovanni Leite (teclados), Roby Pontes (bateria) e Lucas Rogério (baixo).

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As gravações aconteceram no Orra Meu Estúdios, com Wagner Meirinho, mantendo a parceria da cantora com a Symphonic e a Canil Records.

 

O lançamento também pode ser o ponto de partida para um projeto mais ambicioso. Indira considera expandir futuramente o repertório de “Pandora” para um álbum completo, aprofundando as possibilidades musicais exploradas neste novo momento.

 

A relação da cantora com o trabalho autoral vem de longa data. Em 2018, iniciou uma parceria com a Universal Music em um projeto voltado ao jazz rock. Em 2022, lançou o single “Wiser” e chegou à semifinal do programa Canta Comigo, da Record, ampliando sua projeção nacional. No ano seguinte, apresentou as músicas “Tempo” e “Êxtase”, que integraram seu primeiro EP, “Êxtase” (2023). Sua versatilidade também se manifesta no The Improvisers, trio dedicado ao jazz e à improvisação.

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Ainda em 2023, Indira assumiu os vocais da Malvada, iniciando uma fase importante de sua carreira. Com o grupo, participou da gravação do álbum homônimo “Malvada” (2025), produzido por Giu Daga e composto por 11 faixas em português e inglês. O trabalho acompanhou a expansão da banda, que realizou apresentações no Brasil e no exterior.

Um dos momentos mais marcantes dessa trajetória aconteceu em setembro de 2026, quando a Malvada abriu a programação do Palco Sunset do Rock in Rio. Mesmo sob chuva, Indira comandou a apresentação com músicas como “Dead Like You”, “Yesterday (My End, My Beginning)”, “Veneno” e “RNR GRL”, diante do público da Cidade do Rock.

 

Agora, poucas semanas depois dessa apresentação, a cantora se prepara para encerrar sua passagem pela banda e concentrar esforços em uma carreira que sempre caminhou paralelamente ao universo do hard rock.

 

“Pandora” chega, portanto, como mais do que um novo lançamento: é o primeiro passo de uma fase em que Indira Castillo assume o protagonismo de sua própria criação, sem abrir mão das diferentes influências que moldaram sua identidade musical.

 

Entre a intensidade do rock, a liberdade do jazz e a expressividade do soul, a artista mostra que sua voz não pertence a um único gênero. E é justamente essa diversidade que pretende explorar daqui para a frente.

 

Ouça “Pandora” nas plataformas digitais:

https://sym.ffm.to/pandora_

 

Acompanhe Indira Castillo:

https://www.instagram.com/imindiracastillo/

https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4TxIW2W008X8JLS68XeSSb



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Postado em 20 de outubro de 2026 @ 15:12

Com a chegada do baixista sueco Tobias Cristiansson, banda inicia uma nova fase e antecipa seu segundo álbum de estúdio, previsto para março de 2027 pela Fireflash Records

 

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Foto: Maurizio Del Piccolo 
O Dieth está de volta, mais pesado e agressivo do que nunca! A banda acaba de lançar “Pound of Flesh”, seu novo single acompanhado de um videoclipe oficial, marcando o início de um novo capítulo em sua trajetória. A faixa apresenta a atual formação do grupo, que agora conta com o experiente baixista sueco Tobias Cristiansson (Grave, Necrophobic, ex-Dismember), e oferece uma primeira amostra do segundo álbum de estúdio, previsto para março de 2027, pela Fireflash Records.

 

Sem espaço para concessões, “Pound of Flesh” mergulha em uma combinação devastadora de death e thrash metal, conduzida por riffs cortantes, velocidade e uma atmosfera de brutalidade implacável. A composição evidencia a proposta musical do Dieth nesta nova etapa, apostando em uma sonoridade direta, intensa e visceral.

 

A inspiração para a letra vem de um dos episódios mais sangrentos da história europeia: o Saque de Magdeburgo, ocorrido em 1631, durante a Guerra dos Trinta Anos. A partir desse acontecimento, a banda estabelece uma conexão perturbadora entre as atrocidades do passado e os conflitos armados que continuam devastando populações ao redor do mundo.

 

Longe de qualquer glorificação da violência, “Pound of Flesh” expõe as consequências mais cruéis da guerra: cidades reduzidas a escombros, vidas interrompidas e vítimas esquecidas. O refrão, marcado pelas expressões “Pound of Flesh” e “Beating Heart”, reforça a mensagem central da composição: independentemente das disputas políticas, territoriais ou ideológicas, são as vidas humanas que representam o verdadeiro preço de qualquer conflito.

 

Essa abordagem também ganha força no videoclipe oficial, que traduz a violência da narrativa em uma sequência de imagens impactantes. Intercalando cenas de performance da banda com representações gráficas de carne sendo cortada, dilacerada e destruída, a produção acompanha a escalada de brutalidade descrita na letra, passando de “Beating Heart” para “Ripped Apart” e culminando em “World Torn and Marred”.

 

Para o vocalista e guitarrista Guilherme Miranda, a música representa exatamente a intensidade que o grupo pretende imprimir nesta nova fase.

 

“’Pound of Flesh’ é brutal, e é exatamente isso que eu queria para essa música. Musicalmente e liricamente, essa é uma das minhas coisas favoritas que já fizemos, e estou muito animado porque é um novo capítulo para o Dieth. Nova música, nova formação, novo vídeo, novo álbum a caminho – mal posso esperar para vocês ouvirem e verem no que temos trabalhado”, comenta o músico.

DIETH POF.jpgAlém de Guilherme Miranda (guitarra e vocal) e do recém-chegado Tobias Cristiansson (baixo), a formação atual reúne Michał Łysejko (bateria) e Hubert Więcek (guitarra).

 

Com “Pound of Flesh”, o Dieth dá o primeiro passo rumo ao seu próximo trabalho de estúdio, deixando claro que a nova formação chega disposta a explorar os limites da agressividade musical. O lançamento abre caminho para uma fase que promete consolidar ainda mais a identidade do grupo dentro do metal extremo.

 

Ouça “Pound of Flesh”:

https://save-it.cc/fireflash/pound-of-flesh

 

Assista ao videoclipe oficial:

https://youtu.be/HtvCGXnTwfc

 

Acompanhe o Dieth:

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Postado em 19 de outubro de 2026 @ 12:26

Com dez faixas de Old School Death Metal, segundo trabalho da banda paraibana chega em outubro pela Black Storm Records, trazendo peso, groove e letras que escancaram a podridão humana

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Foto: Rafael Passos

 

O death metal em sua forma mais primitiva, suja e brutal! Diretamente de João Pessoa, na Paraíba, o Negativus acaba de lançar “Serpente”, single que antecipa a chegada de seu segundo álbum de estúdio, “Invidia”, previsto para outubro de 2026. O novo trabalho promete uma verdadeira descarga de agressividade sonora, com dez faixas que resgatam a essência do Old School Death Metal, sem concessões a tendências ou modernismos.

 

Com influências declaradas de nomes como Gorefest, Obituary, Six Feet Under e Dismember, o Negativus aposta em uma sonoridade densa, arrastada quando necessário e devastadora nos momentos de maior velocidade. Riffs cortantes, grooves marcantes e uma atmosfera carregada de ódio formam a espinha dorsal de “Invidia”, que terá sua versão física em CD lançada pelo selo Black Storm Records.

 

Mas a brutalidade do Negativus vai muito além dos instrumentos. Cantadas integralmente em português, as letras mergulham nas contradições mais obscuras do comportamento humano, expondo a decadência moral, a inveja, a mesquinhez e a hipocrisia. Tudo isso temperado com doses generosas de sarcasmo e humor ácido, elementos que reforçam a personalidade da banda e tornam sua abordagem ainda mais provocativa.

 

Escolhida para apresentar essa nova fase, “Serpente” sintetiza a proposta do grupo: death metal direto, pesado e sem qualquer preocupação em soar agradável. O single também ganhou um lyric video assinado pelo renomado artista Alcides Burn, responsável por toda a identidade visual de “Invidia”, estabelecendo uma conexão entre o universo lírico da banda e a estética sombria do lançamento.

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Gravado nos estúdios Peixeboi e 1404, em João Pessoa, “Invidia” contou com produção, mixagem e masterização de Victor Hugo Targino, responsável por dar forma à sonoridade pesada e visceral que caracteriza o novo trabalho.

 

Apesar de ter iniciado suas atividades em 2023, o Negativus está longe de ser formado por novatos. Liderado pelo vocalista Eduardo Jarry, o grupo reúne músicos com décadas de experiência no underground nacional: Demetrius “Deathmetrius” Pedrosa (bateria), Thyago Trajano (guitarra) e Eduardo Amorim (baixo). A bagagem dos integrantes se reflete em composições que valorizam os fundamentos do gênero, combinando agressividade, peso e a cadência característica do death metal noventista.

 

Com “Invidia”, o Negativus dá sequência à sua trajetória reafirmando uma proposta musical que dispensa floreios e fórmulas comerciais. O álbum surge como um retrato corrosivo da natureza humana, embalado por uma trilha sonora que bebe diretamente das fontes mais brutais do death metal clássico.

 

“Serpente” já está disponível nas plataformas digitais, abrindo caminho para um álbum que promete transformar inveja, decadência e ressentimento em dez golpes certeiros de metal extremo.

 

Ouça o single “Serpente”:

https://open.spotify.com/track/6u0AAbWVEbiU0YQsua3FmJ

 

Assista o lyric vídeo de “Serpente”:
https://www.youtube.com/watch?v=iE60axsw65w

 

Acompanhe o Negativus em seus canais oficiais:

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Postado em 16 de outubro de 2026 @ 17:33

Banda fluminense participa da primeira edição do festival no Masmorra Music Bar, dia 17, e se prepara para receber o grupo colombiano xCRITERIOx em apresentação no dia 23 de outubro

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O SwitchBacK segue movimentando a cena underground fluminense com duas apresentações que prometem muito peso, velocidade e atitude. Neste sábado, 17 de outubro, a banda sobe ao palco do Masmorra Music Bar, em Maricá (RJ), para participar da primeira edição do Antifa Festival. Já na sexta-feira seguinte, dia 23, o grupo estará no Neu Niterói, em Icaraí, ao lado dos colombianos do xCRITERIOx e do Fardo, de São Gonçalo.

 

Reunindo bandas que fazem da música uma expressão de resistência e posicionamento social, o Antifa Festival estreia com uma programação dedicada à força do underground. Além do SwitchBacK, o evento contará com Cara de Porco, Resmungo, Seven Days for a Grace e Coletivo Insurgência, em uma noite que promete reunir diferentes vertentes da música pesada.

 

Representante da cena de Niterói, o SwitchBacK construiu sua identidade musical combinando a agressividade do hardcore e do punk com riffs cortantes de thrash metal e elementos de crossover. Com letras diretas, que abordam conlitos sociais, políticos e as contradições do cotidiano, a banda aposta em composições intensas, sem abrir mão da velocidade e da contundência sonora.

 

A apresentação em Maricá também será uma oportunidade para o público conferir ao vivo a força do repertório de “O Cão Tá Pra Trás”, álbum de estreia do SwitchBacK. Com 13 faixas, o trabalho consolida a trajetória iniciada nos EPs “Sobrevivendo ao Caos” (2019) e “Batendo de Frente” (2021), ampliando a mistura de hardcore, punk, thrash e até grindcore que caracteriza o grupo.

 

A agenda continua no dia 23 de outubro, quando o SwitchBacK participa de um encontro internacional do hardcore no Neu Niterói. Pela primeira vez no Brasil, o xCRITERIOx, diretamente de Bogotá, na Colômbia, apresenta seu hardcore straight edge e o repertório do EP “Capital”.

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A noite também contará com o Fardo, de São Gonçalo, que mistura tensão e melancolia em uma sonoridade marcada por breakdowns, two steps e panic chords.

 

Mais do que reunir três bandas no mesmo palco, o evento reforça a conexão entre diferentes cenas do hardcore latino-americano, mostrando como a música underground atravessa fronteiras e aproxima artistas que compartilham a intensidade sonora e a atitude independente.

 

Após a apresentação em Niterói, as bandas seguem para Belford Roxo, onde participa do Hardcore Favela, no dia 24 de outubro.

 

Com três apresentações em menos de uma semana, o SwitchBacK reafirma sua presença na cena independente fluminense, levando aos palcos um repertório que une peso, crítica social e a energia visceral do hardcore.

 

Serviço — Antifa Festival:

 

Data: Sábado, 17 de outubro de 2026

Horário: A partir das 20h

Local: Masmorra Music Bar

Endereço: Rua Albatroz, s/n, Parque Nanci, Maricá (RJ)

Entrada: R$ 10

Bandas: SwitchBacK, Cara de Porco, Resmungo, Seven Days for a Grace e Coletivo Insurgência.

 

Recentemente a SwitchBack entrou no Tellus Studio, em Niterói (RJ), para gravar versões em espanhol de quatro músicas do álbum “O Cão Tá Pra Trás”, lançado em 2025.

 

A iniciativa marca o início de uma nova fase na carreira do quarteto, que busca fortalecer sua presença na cena hardcore da América Latina e estreitar laços com bandas, coletivos e fãs de diferentes países do continente.

 

O novo trabalho tem lançamento previsto para o primeiro semestre de 2027, período em que a SwitchBacK comemorará 10 anos de carreira.

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Sem abrir mão da identidade que consolidou a banda na cena nacional, as versões em espanhol levarão para um público ainda maior o hardcore direto, agressivo e carregado de críticas sociais que caracteriza o grupo.

 

“Nossa ideia é fortalecer essa rede de resistência que sempre existiu dentro do hardcore latino-americano. Queremos ampliar esse diálogo com bandas e públicos de outros países, mantendo a mesma essência, o mesmo peso e a mesma mensagem que sempre fizeram parte da SwitchBacK”, destaca a banda.

 

Lançado em outubro de 2025, “O Cão Tá Pra Trás” apresentou a SwitchBacK em seu momento mais maduro, combinando a agressividade do hardcore com letras que abordam temas sociais de forma direta, sem concessões.

 

O álbum está disponível nas principais plataformas digitais:

https://onerpm.link/311194527279

 

A formação da SwitchBacK conta com Vinny (vocais), Fabio Lannes (guitarra), Luciano Munhoz (baixo) e Mauro Lopes (bateria).

 

Acompanhe a SwitchBacK

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