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Postado em 22 de setembro de 2026 @ 10:19

Depois de subir ao Palco Sunset do Rock in Rio com a Malvada, Indira Castillo volta os holofotes para sua carreira solo e apresenta “Pandora”, novo EP que reúne três canções inéditas e amplia o universo musical da cantora e compositora paulistana.

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O lançamento chega em um momento especial da trajetória da artista. No último dia 5 de setembro, Indira esteve à frente da Malvada em sua apresentação no Rock in Rio, quando o grupo abriu a programação do Palco Sunset. Agora, ela retoma um trabalho autoral no qual tem liberdade para explorar outras nuances de sua identidade musical.

 

Em “Pandora”, Indira parte de uma bagagem construída entre diferentes universos. Jazz, soul, blues e rock fazem parte da formação de uma artista que nunca se limitou a uma única linguagem e que encontra justamente nesse trânsito entre estilos um dos principais elementos de sua personalidade.

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“Pandora” reúne três faixas — “Voo Livre”, “Ouro em Meio às Cinzas” e a faixa-título — e segue o formato de três canções adotado por Indira Castillo em seu primeiro EP. Desta vez, a própria artista assina a produção do trabalho, com arranjos desenvolvidos em conjunto com Luiz Cardim (guitarra), Geovanni Leite (teclados), Roby Pontes (bateria) e Lucas Rogério (baixo). As gravações aconteceram no Orra Meu Estúdios, ao lado de Wagner Meirinho, e o lançamento dá continuidade à parceria da cantora com a Symphonic e a Canil Records. Mais do que um trabalho isolado, “Pandora” também pode representar o primeiro passo para um projeto maior, já que Indira considera desenvolver esse repertório futuramente em um álbum mais extenso e completo.

 

“Pandora” sai dia 09 de outubro e você pode fazer o Pre-Save em sua plataforma favorita:
https://sym.ffm.to/pandora_?fbclid=PAcGRvZgRleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZAwyNTYyODEwNDA1NTgAAadu2co53ZM8uHHsFZEFpSsxBYpN1cW1rx7X7DRvwNexDfs30EACGiaKEfxNCg_aem_ywCGalx47EwSyrr6blaxdg&utm_id=97760_v0_s00_e0_tv6_a1dennhbhl5rct

 

Em 2022, Indira lançou “Wiser”, faixa que evidenciou tanto a potência quanto a versatilidade de sua voz. No ano seguinte vieram “Tempo” e “Êxtase”, trabalhos que ajudaram a consolidar sua parceria com a Canil Records e deram origem ao EP “Êxtase”, lançado em 2023.

 

Se na Malvada Indira ocupa a linha de frente de uma banda essencialmente ligada ao hard rock, em seu trabalho solo ela abre espaço para revelar outras influências. É justamente essa liberdade que ajuda a definir “Pandora”: três novas músicas que apresentam diferentes faces de uma cantora que construiu sua identidade absorvendo referências que passam pelo peso do rock, pela liberdade do jazz e pela intensidade interpretativa do soul.

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A versatilidade, aliás, acompanha Indira desde antes de sua chegada à Malvada. Cantora e compositora paulistana com mais de uma década dedicada à música, em 2018 ela iniciou uma parceria com a Universal Music em um projeto autoral ligado ao jazz rock. Em 2022, alcançou a semifinal do programa “Canta Comigo”, da Record, ampliando sua projeção nacional.

 

Do lado mais experimental de sua trajetória está ainda o The Improvisers, trio dedicado ao jazz e à improvisação. Já em 2023, Indira assumiu os vocais da Malvada, iniciando outro importante capítulo de sua carreira.

 

Com a banda, participou da gravação do álbum homônimo “Malvada”, lançado mundialmente em 2025. O disco, produzido por Giu Daga, trouxe 11 faixas, em português e inglês, e ajudou a ampliar a projeção internacional do grupo. A Malvada também passou por palcos no Brasil e no exterior antes de chegar, em setembro de 2026, ao Palco Sunset do Rock in Rio.

 

A apresentação na Cidade do Rock acabou simbolizando um momento de afirmação para Indira. Sob chuva, a vocalista comandou o público em músicas como “Dead Like You”, “Yesterday (My End, My Beginning)”, “Veneno” e “RNR GRL”.

 

Poucos dias depois dessa apresentação, “Pandora” mostra que Indira Castillo não pretende escolher apenas um caminho.

 

Entre a vocalista de uma banda de hard rock, a compositora, a intérprete influenciada pelo soul e pelo jazz e a artista interessada em experimentação existe uma mesma voz. “Pandora” abre mais uma dessas possibilidades e marca um novo momento de sua produção autoral.

 

Siga Indira Castillo em:

https://www.instagram.com/imindiracastillo/

https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4TxIW2W008X8JLS68XeSSb?si=uk0NSnQ3TnCxw5QlPynmQw



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Postado em 15 de setembro de 2026 @ 15:12

Com participações de BNegão, Thalin, Nabru, Kiko Dinucci e Sol, trabalho marca também a chegada da guitarrista Duda Freitas à formação da banda

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Capa/Foto por Marcos Hermes 

Depois de olhar para a experiência urbana em seu primeiro álbum, a Naimaculada muda a direção do olhar e parte para uma investigação mais interna em “Acromatopsia”, novo EP que chegou às plataformas digitais no dia 14 de setembro, pela gravadora Deck.

 

Em quatro faixas, a banda que se autodefine como um projeto antropofágico e constrói seu próprio “rock psicodélico à própria maneira” aborda diferentes formas de enxergar e lidar com a sociedade, o tempo, os objetos, as relações e a própria rotina.

 

O título sintetiza o conceito. A acromatopsia é um raro distúrbio visual que impede a percepção das cores, fazendo com que o mundo seja enxergado em tons de preto, branco e cinza. A condição serviu como ponto de partida para uma percepção que surgiu enquanto os integrantes observavam São Paulo.

 

“O primeiro intuito do título era inspirado por a gente andando por São Paulo e ver tudo preto e branco, é tudo diferente, mas seguindo um padrão”, explica o vocalista Ricardo Paes.

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Foto: Marcos Hermes 

 

Se “A Cor Mais Próxima do Cinza” (Deck / 2025), primeiro disco da Naimaculada, encontrava sua inspiração principalmente na experiência urbana, “Acromatopsia” direciona essa observação para a maneira como as pessoas assimilam e se relacionam com aquilo que está ao seu redor.

 

Outro elemento que atravessa o novo trabalho é a colaboração. A Naimaculada promove em “Acromatopsia” um interessante cruzamento entre diferentes gerações da música brasileira, aproximando artistas com trajetórias já consolidadas, como BNegão e Kiko Dinucci, de nomes de uma geração mais recente, como Thalin, Nabru e Sol.

 

As quatro músicas apresentam diferentes retratos do cotidiano; “Pecado Tem Medo”, com participações de BNegão e Thalin, do álbum Maria Esmeralda, explora a contemporaneidade de um artista lidando com a rotina. “Shangrilá”, com a rapper Nabru, parte dos dissabores da vida artística.

 

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Foto: Marcos Hermes 

Em “Terminal Bandeira”, que conta com Kiko Dinucci na guitarra, a banda aborda a conformidade distópica presente no cotidiano. Fechando o EP, “O Que É Que Será”, parceria com Sol, da banda Ímola, trata da paralisia dos movimentos coletivos.

 

Esse encontro não se limita a diferentes gerações. “Acromatopsia” atravessou também fronteiras geográficas: parte do trabalho foi gravada em Shijiazhuang, na China, com a participação de músicos locais tocando instrumentos da cultura chinesa.

 

O novo momento da banda também traz uma mudança importante em sua formação. A guitarrista Duda Freitas passa a integrar oficialmente a Naimaculada e já teve participação ativa no desenvolvimento dos arranjos e das composições de “Acromatopsia”.

 

Com sua chegada, a Naimaculada passa a contar com uma mulher em sua formação e ganha também uma nova configuração instrumental, com Duda formando uma dupla de guitarras ao lado de Samuel Xavier.

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Foto: Marcos Hermes 

 

Atualmente, a banda é formada por Ricardo Paes (voz), Luiz Viegas (baixo), Samuel Xavier (guitarra), Gabriel Gadelha (sopros), Pietro Benedan (bateria) e Duda Freitas (guitarra).

 

A discussão sobre percepção presente em “Acromatopsia” encontra, curiosamente, um paralelo na própria maneira como a Naimaculada é percebida.

 

A banda se reconhece como um grupo racializado e diverso, reunindo em sua formação músicos negros, indígena e branco. Por isso, incomoda aos integrantes serem eventualmente percebidos ou classificados simplesmente como “uma banda de brancos”, leitura que, para eles, apaga parte das diferentes origens e identidades presentes dentro do grupo.

 

De certa maneira, essa percepção externa também dialoga com uma das questões que atravessam “Acromatopsia”: o quanto aquilo que enxergamos corresponde de fato à complexidade do que está diante dos nossos olhos?

 

Entre São Paulo e Shijiazhuang, entre músicos de diferentes gerações e uma formação que também se transforma, a Naimaculada utiliza as quatro faixas de “Acromatopsia” para ampliar o universo iniciado em “A Cor Mais Próxima do Cinza”, agora voltando sua psicodelia antropofágica para as diferentes maneiras de perceber — e ser percebido — no mundo contemporâneo.

 

“Acromatopsia” foi lançado pela Deck no dia 14 de setembro. Ouça em sua plataforma preferida:

https://naimaculada.lnk.to/ACROMATOPSIA

 

Siga a Naimaculada em seus canais oficiais:

www.instagram.com/naimaculada/



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Postado em 12 de setembro de 2026 @ 22:41

Banda se apresenta neste sábado (12), às 22h30, em uma das casas históricas da cidade mineira e inicia pré-venda da camiseta “Fuck Niente”

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A Niente volta aos palcos neste sábado, 12 de setembro, para uma apresentação especial no Beco da Praça, em Cambuí (MG). O show começa às 22h30, com ingressos a R$ 20.

 

A noite terá um motivo a mais para comemoração: a apresentação será também uma celebração do aniversário do guitarrista Felipe Cachoeira, transformando a passagem da banda pela histórica casa de Cambuí em uma festa ao lado do público.

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O Beco da Praça, espaço tradicional da cidade mineira, será o cenário para mais uma apresentação da Niente, que segue levando aos palcos seu repertório e mantendo uma relação próxima com o público e com a cena independente.

 

Além do show, a banda aproveita a ocasião para apresentar outra novidade. A Niente inicia a pré-venda de sua nova camiseta, “Fuck Niente”. Os interessados poderão garantir a peça entrando em contato diretamente com o grupo por meio de seu perfil oficial no Instagram.

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O lançamento acrescenta uma boa dose de irreverência ao momento vivido pela banda e transforma o próprio nome da Niente em provocação estampada no novo merchandising. 

Serviço – Niente no Beco da Praça

 

Data: sábado, 12 de setembro

Horário: 22h30

Local: Beco da Praça

Cidade: Cambuí (MG)

Ingressos: R$ 20

 

A pré-venda da camiseta “Fuck Niente” pode ser feita diretamente pelo Instagram oficial da banda.

 

Ouça o novo single da Nente, “Pietra”:

https://open.spotify.com/track/2wvYSYxy52zOJbOF2jF2K5?si=_1whccm0R5OGVmeYax3KDg&utm_source=copy-link

 

Acompanhe a Niente:

https://www.instagram.com/nienteoficial

https://www.youtube.com/@Nienteoficial

https://open.spotify.com/intl-pt/artist/5qjMXyq9lk55N4plKwnyAE?si=4S8SvyXgRhKLSAOYfetcfA

 



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Postado em 10 de setembro de 2026 @ 16:16

Banda paraibana apresenta cinco  faixas marcadas por peso, urgência e letras que abordam desigualdade, violência, alienação e outros conflitos da realidade contemporânea

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Direto de João Pessoa, na Paraíba, a Best Foe apresenta seu primeiro EP, “Hardcore Is Not Dead”. Com cinco faixas, o trabalho chega como cartão de visitas de uma banda que aposta em um hardcore porrada, urgente e conectado tanto à força da cena nordestina quanto à tradição mundial do gênero.

 

Riffs pesados, breakdowns e vocais agressivos dão forma à sonoridade do EP, enquanto as letras colocam em primeiro plano temas como desigualdade, manipulação, alienação, violência, hipocrisia, uso de drogas e a necessidade de enfrentar uma realidade cada vez mais desumana. As composições partem principalmente de experiências reais e vivências de TG, vocalista da Best Foe e responsável pela origem do projeto.

 

“Hardcore Is Not Dead” reúne as faixas:

“Warning – Intro”

“Never Retreat”

“Won’t You Hear Me”

“…Dissecando o Ódio”

“My DNA”

“Destructive Habits”

 

O EP também registra a participação de músicos ligados à cena. Marconi Jr., do Headspawn, gravou as baterias, enquanto VH, produtor, ficou responsável pelo baixo. Emerson Nascimento participa com o solo de guitarra de “Won’t You Hear Me”, e TG assume guitarras e voz.

 

Alf Cantalice, do Headspawn, participa nos vocais de “Destructive Habits”. O trabalho conta ainda com Eduardo Jarry, Vitor Branco e VH nos gang vocals. Eduardo Jarry também colaborou na composição das letras de “My DNA”, “Never Retreat” e “Won’t You Hear Me”.

 

A capa de “Hardcore Is Not Dead” é de autoria de Daniel Ete,  renomado artista gráfico e músico das bandas Muzzarelas, Drakula, Bong Brigade, Zumbis do Espaço e João Gordo & Brutal Brega.

 

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Antes da chegada do EP, a Best Foe apresentou, no final de outubro de 2025, o single “Never Retreat”, antecipando a proposta que seria desenvolvida em “Hardcore Is Not Dead”.

 

A história da Best Foe começou em 2025, após o hiato da Rotten Flies, banda na qual TG é guitarrista. Durante a procura por um novo vocalista para o grupo, o músico começou a escrever novas composições, inicialmente imaginadas para a própria Rotten Flies, mas que nunca chegaram a ser ensaiadas pela banda.

 

Na mesma época, TG foi demitido de seu trabalho como vendedor. Com o dinheiro da rescisão do contrato, decidiu investir na gravação das músicas e transformá-las em um trabalho paralelo à Rotten Flies.

 

A princípio, não havia sequer a pretensão de formar uma nova banda. Para registrar o material, TG convidou amigos para assumir os demais instrumentos. O que começou como um projeto de estúdio, porém, acabou ganhando corpo e se transformando na Best Foe.

 

Atualmente, a banda é formada por TG (vocal), Emerson Nascimento (guitarra), Novinho (baixo) e Demetrius (bateria).

 

No palco, a Best Foe leva adiante a mesma intensidade presente em “Hardcore Is Not Dead”, apostando na conexão direta com o público, no espírito DIY e no senso de união que historicamente acompanha a cena hardcore.

 

Mais do que batizar seu primeiro EP, “Hardcore Is Not Dead” funciona como uma declaração de princípios da Best Foe: para a banda, o hardcore permanece vivo como ferramenta de expressão, contestação e transformação.

 

Ouça “Hardcore Is Not Dead”:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/2mXjsSAHQHO5RCPnEVMBd6?si=dtplPyPPSH-sU0m36gPN1w

 

Acompanhe a Best Foe em seus canais oficiais:

www.instagram.com/best_foe_hc/

https://bit.ly/m/bestfoe



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Postado em 09 de setembro de 2026 @ 08:54

Liderado pelo baterista Armando Leprous, ex-Sarcófago, Mutilator e Holocausto, projeto estreia nas plataformas digitais em 25 de setembro

Belo Horizonte volta a vomitar metal extremo. Leprous Nuclear Soldier, projeto que reúne nomes conhecidos do underground brasileiro, apresenta no dia 25 de setembro seu primeiro single, “Recrucify In Pain”, faixa que chega às plataformas digitais carregando uma sonoridade crua, pesada, suja e maligna.

 

À frente do projeto está o baterista Armando Leprous, músico cuja trajetória está diretamente ligada a três nomes fundamentais da histórica cena extrema de Belo Horizonte: Sarcófago, Mutilator e Holocausto.

 

Armando passou pelas baquetas das três bandas, que fizeram parte de uma geração responsável por colocar o metal extremo brasileiro no mapa internacional. Surgidas em Minas Gerais nos anos 1980, Sarcófago, Mutilator e Holocausto ajudaram a construir uma sonoridade radical que atravessou fronteiras e se tornou referência para diferentes vertentes do gênero ao redor do mundo.

 

O impacto dessa cena foi especialmente marcante no desenvolvimento do black metal, inclusive sobre a geração que posteriormente daria origem à explosão do black metal norueguês no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Dentro desse contexto, a trajetória de Armando carrega parte da história de um período em que Belo Horizonte se tornou um dos epicentros da música extrema mundial.

 

Agora, o baterista dá continuidade a essa jornada com o Leprous Nuclear Soldier.

 

Ao seu lado está outro veterano do underground, Marck The Fornikator, ex-guitarrista do Sextrash e atualmente integrante das bandas Sodomizer e Satan Worship. Dentre os álbuns gravados, Marck tem em seu currículo o influente “Funeral Serenade”, do Sextrash, de 1992.

 

Completando a formação, Leatherface Perkele assume os vocais e o baixo. O músico é também frontman e baixista do Sodomizer, Satan Worship e Hellkommander.

 

Essa reunião de músicos que carregam décadas de envolvimento com o underground brasileiro ganha sua primeira manifestação com “Recrucify In Pain”. O single apresenta a proposta do Leprous Nuclear Soldier sem polimentos ou concessões, resgatando a essência visceral que ajudou a transformar o metal extremo de Belo Horizonte em referência internacional.

 

A banda já trabalha em seu próximo lançamento e prepara também seus primeiros passos fora do Brasil. Em 2027, o Leprous Nuclear Soldier irá levar o metal negro de Belo Horizonte ao continente europeu em uma turnê ao lado do Sodomizer.

 

Mais novidades sobre a jornada imunda do Leprous Nuclear Soldier serão anunciadas em breve.

 

“Recrucify In Pain” estará disponível nas plataformas digitais em 25 de setembro.

 

Para acompanhar as próximas novidades, siga o Leprous Nuclear Soldier em seu Instagram oficial:

https://www.instagram.com/leprousnuclearsoldier/



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