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Postado em 15 de setembro de 2026 @ 15:12

Com participações de BNegão, Thalin, Nabru, Kiko Dinucci e Sol, trabalho marca também a chegada da guitarrista Duda Freitas à formação da banda

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Capa/Foto por Marcos Hermes 

Depois de olhar para a experiência urbana em seu primeiro álbum, a Naimaculada muda a direção do olhar e parte para uma investigação mais interna em “Acromatopsia”, novo EP que chegou às plataformas digitais no dia 14 de setembro, pela gravadora Deck.

 

Em quatro faixas, a banda que se autodefine como um projeto antropofágico e constrói seu próprio “rock psicodélico à própria maneira” aborda diferentes formas de enxergar e lidar com a sociedade, o tempo, os objetos, as relações e a própria rotina.

 

O título sintetiza o conceito. A acromatopsia é um raro distúrbio visual que impede a percepção das cores, fazendo com que o mundo seja enxergado em tons de preto, branco e cinza. A condição serviu como ponto de partida para uma percepção que surgiu enquanto os integrantes observavam São Paulo.

 

“O primeiro intuito do título era inspirado por a gente andando por São Paulo e ver tudo preto e branco, é tudo diferente, mas seguindo um padrão”, explica o vocalista Ricardo Paes.

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Foto: Marcos Hermes 

 

Se “A Cor Mais Próxima do Cinza” (Deck / 2025), primeiro disco da Naimaculada, encontrava sua inspiração principalmente na experiência urbana, “Acromatopsia” direciona essa observação para a maneira como as pessoas assimilam e se relacionam com aquilo que está ao seu redor.

 

Outro elemento que atravessa o novo trabalho é a colaboração. A Naimaculada promove em “Acromatopsia” um interessante cruzamento entre diferentes gerações da música brasileira, aproximando artistas com trajetórias já consolidadas, como BNegão e Kiko Dinucci, de nomes de uma geração mais recente, como Thalin, Nabru e Sol.

 

As quatro músicas apresentam diferentes retratos do cotidiano; “Pecado Tem Medo”, com participações de BNegão e Thalin, do álbum Maria Esmeralda, explora a contemporaneidade de um artista lidando com a rotina. “Shangrilá”, com a rapper Nabru, parte dos dissabores da vida artística.

 

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Foto: Marcos Hermes 

Em “Terminal Bandeira”, que conta com Kiko Dinucci na guitarra, a banda aborda a conformidade distópica presente no cotidiano. Fechando o EP, “O Que É Que Será”, parceria com Sol, da banda Ímola, trata da paralisia dos movimentos coletivos.

 

Esse encontro não se limita a diferentes gerações. “Acromatopsia” atravessou também fronteiras geográficas: parte do trabalho foi gravada em Shijiazhuang, na China, com a participação de músicos locais tocando instrumentos da cultura chinesa.

 

O novo momento da banda também traz uma mudança importante em sua formação. A guitarrista Duda Freitas passa a integrar oficialmente a Naimaculada e já teve participação ativa no desenvolvimento dos arranjos e das composições de “Acromatopsia”.

 

Com sua chegada, a Naimaculada passa a contar com uma mulher em sua formação e ganha também uma nova configuração instrumental, com Duda formando uma dupla de guitarras ao lado de Samuel Xavier.

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Foto: Marcos Hermes 

 

Atualmente, a banda é formada por Ricardo Paes (voz), Luiz Viegas (baixo), Samuel Xavier (guitarra), Gabriel Gadelha (sopros), Pietro Benedan (bateria) e Duda Freitas (guitarra).

 

A discussão sobre percepção presente em “Acromatopsia” encontra, curiosamente, um paralelo na própria maneira como a Naimaculada é percebida.

 

A banda se reconhece como um grupo racializado e diverso, reunindo em sua formação músicos negros, indígena e branco. Por isso, incomoda aos integrantes serem eventualmente percebidos ou classificados simplesmente como “uma banda de brancos”, leitura que, para eles, apaga parte das diferentes origens e identidades presentes dentro do grupo.

 

De certa maneira, essa percepção externa também dialoga com uma das questões que atravessam “Acromatopsia”: o quanto aquilo que enxergamos corresponde de fato à complexidade do que está diante dos nossos olhos?

 

Entre São Paulo e Shijiazhuang, entre músicos de diferentes gerações e uma formação que também se transforma, a Naimaculada utiliza as quatro faixas de “Acromatopsia” para ampliar o universo iniciado em “A Cor Mais Próxima do Cinza”, agora voltando sua psicodelia antropofágica para as diferentes maneiras de perceber — e ser percebido — no mundo contemporâneo.

 

“Acromatopsia” foi lançado pela Deck no dia 14 de setembro. Ouça em sua plataforma preferida:

https://naimaculada.lnk.to/ACROMATOPSIA

 

Siga a Naimaculada em seus canais oficiais:

www.instagram.com/naimaculada/



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Postado em 12 de setembro de 2026 @ 22:41

Banda se apresenta neste sábado (12), às 22h30, em uma das casas históricas da cidade mineira e inicia pré-venda da camiseta “Fuck Niente”

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A Niente volta aos palcos neste sábado, 12 de setembro, para uma apresentação especial no Beco da Praça, em Cambuí (MG). O show começa às 22h30, com ingressos a R$ 20.

 

A noite terá um motivo a mais para comemoração: a apresentação será também uma celebração do aniversário do guitarrista Felipe Cachoeira, transformando a passagem da banda pela histórica casa de Cambuí em uma festa ao lado do público.

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O Beco da Praça, espaço tradicional da cidade mineira, será o cenário para mais uma apresentação da Niente, que segue levando aos palcos seu repertório e mantendo uma relação próxima com o público e com a cena independente.

 

Além do show, a banda aproveita a ocasião para apresentar outra novidade. A Niente inicia a pré-venda de sua nova camiseta, “Fuck Niente”. Os interessados poderão garantir a peça entrando em contato diretamente com o grupo por meio de seu perfil oficial no Instagram.

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O lançamento acrescenta uma boa dose de irreverência ao momento vivido pela banda e transforma o próprio nome da Niente em provocação estampada no novo merchandising. 

Serviço – Niente no Beco da Praça

 

Data: sábado, 12 de setembro

Horário: 22h30

Local: Beco da Praça

Cidade: Cambuí (MG)

Ingressos: R$ 20

 

A pré-venda da camiseta “Fuck Niente” pode ser feita diretamente pelo Instagram oficial da banda.

 

Ouça o novo single da Nente, “Pietra”:

https://open.spotify.com/track/2wvYSYxy52zOJbOF2jF2K5?si=_1whccm0R5OGVmeYax3KDg&utm_source=copy-link

 

Acompanhe a Niente:

https://www.instagram.com/nienteoficial

https://www.youtube.com/@Nienteoficial

https://open.spotify.com/intl-pt/artist/5qjMXyq9lk55N4plKwnyAE?si=4S8SvyXgRhKLSAOYfetcfA

 



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Postado em 10 de setembro de 2026 @ 16:16

Banda paraibana apresenta cinco  faixas marcadas por peso, urgência e letras que abordam desigualdade, violência, alienação e outros conflitos da realidade contemporânea

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Direto de João Pessoa, na Paraíba, a Best Foe apresenta seu primeiro EP, “Hardcore Is Not Dead”. Com cinco faixas, o trabalho chega como cartão de visitas de uma banda que aposta em um hardcore porrada, urgente e conectado tanto à força da cena nordestina quanto à tradição mundial do gênero.

 

Riffs pesados, breakdowns e vocais agressivos dão forma à sonoridade do EP, enquanto as letras colocam em primeiro plano temas como desigualdade, manipulação, alienação, violência, hipocrisia, uso de drogas e a necessidade de enfrentar uma realidade cada vez mais desumana. As composições partem principalmente de experiências reais e vivências de TG, vocalista da Best Foe e responsável pela origem do projeto.

 

“Hardcore Is Not Dead” reúne as faixas:

“Warning – Intro”

“Never Retreat”

“Won’t You Hear Me”

“…Dissecando o Ódio”

“My DNA”

“Destructive Habits”

 

O EP também registra a participação de músicos ligados à cena. Marconi Jr., do Headspawn, gravou as baterias, enquanto VH, produtor, ficou responsável pelo baixo. Emerson Nascimento participa com o solo de guitarra de “Won’t You Hear Me”, e TG assume guitarras e voz.

 

Alf Cantalice, do Headspawn, participa nos vocais de “Destructive Habits”. O trabalho conta ainda com Eduardo Jarry, Vitor Branco e VH nos gang vocals. Eduardo Jarry também colaborou na composição das letras de “My DNA”, “Never Retreat” e “Won’t You Hear Me”.

 

A capa de “Hardcore Is Not Dead” é de autoria de Daniel Ete,  renomado artista gráfico e músico das bandas Muzzarelas, Drakula, Bong Brigade, Zumbis do Espaço e João Gordo & Brutal Brega.

 

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Antes da chegada do EP, a Best Foe apresentou, no final de outubro de 2025, o single “Never Retreat”, antecipando a proposta que seria desenvolvida em “Hardcore Is Not Dead”.

 

A história da Best Foe começou em 2025, após o hiato da Rotten Flies, banda na qual TG é guitarrista. Durante a procura por um novo vocalista para o grupo, o músico começou a escrever novas composições, inicialmente imaginadas para a própria Rotten Flies, mas que nunca chegaram a ser ensaiadas pela banda.

 

Na mesma época, TG foi demitido de seu trabalho como vendedor. Com o dinheiro da rescisão do contrato, decidiu investir na gravação das músicas e transformá-las em um trabalho paralelo à Rotten Flies.

 

A princípio, não havia sequer a pretensão de formar uma nova banda. Para registrar o material, TG convidou amigos para assumir os demais instrumentos. O que começou como um projeto de estúdio, porém, acabou ganhando corpo e se transformando na Best Foe.

 

Atualmente, a banda é formada por TG (vocal), Emerson Nascimento (guitarra), Novinho (baixo) e Demetrius (bateria).

 

No palco, a Best Foe leva adiante a mesma intensidade presente em “Hardcore Is Not Dead”, apostando na conexão direta com o público, no espírito DIY e no senso de união que historicamente acompanha a cena hardcore.

 

Mais do que batizar seu primeiro EP, “Hardcore Is Not Dead” funciona como uma declaração de princípios da Best Foe: para a banda, o hardcore permanece vivo como ferramenta de expressão, contestação e transformação.

 

Ouça “Hardcore Is Not Dead”:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/2mXjsSAHQHO5RCPnEVMBd6?si=dtplPyPPSH-sU0m36gPN1w

 

Acompanhe a Best Foe em seus canais oficiais:

www.instagram.com/best_foe_hc/

https://bit.ly/m/bestfoe



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Postado em 09 de setembro de 2026 @ 08:54

Liderado pelo baterista Armando Leprous, ex-Sarcófago, Mutilator e Holocausto, projeto estreia nas plataformas digitais em 25 de setembro

Belo Horizonte volta a vomitar metal extremo. Leprous Nuclear Soldier, projeto que reúne nomes conhecidos do underground brasileiro, apresenta no dia 25 de setembro seu primeiro single, “Recrucify In Pain”, faixa que chega às plataformas digitais carregando uma sonoridade crua, pesada, suja e maligna.

 

À frente do projeto está o baterista Armando Leprous, músico cuja trajetória está diretamente ligada a três nomes fundamentais da histórica cena extrema de Belo Horizonte: Sarcófago, Mutilator e Holocausto.

 

Armando passou pelas baquetas das três bandas, que fizeram parte de uma geração responsável por colocar o metal extremo brasileiro no mapa internacional. Surgidas em Minas Gerais nos anos 1980, Sarcófago, Mutilator e Holocausto ajudaram a construir uma sonoridade radical que atravessou fronteiras e se tornou referência para diferentes vertentes do gênero ao redor do mundo.

 

O impacto dessa cena foi especialmente marcante no desenvolvimento do black metal, inclusive sobre a geração que posteriormente daria origem à explosão do black metal norueguês no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Dentro desse contexto, a trajetória de Armando carrega parte da história de um período em que Belo Horizonte se tornou um dos epicentros da música extrema mundial.

 

Agora, o baterista dá continuidade a essa jornada com o Leprous Nuclear Soldier.

 

Ao seu lado está outro veterano do underground, Marck The Fornikator, ex-guitarrista do Sextrash e atualmente integrante das bandas Sodomizer e Satan Worship. Dentre os álbuns gravados, Marck tem em seu currículo o influente “Funeral Serenade”, do Sextrash, de 1992.

 

Completando a formação, Leatherface Perkele assume os vocais e o baixo. O músico é também frontman e baixista do Sodomizer, Satan Worship e Hellkommander.

 

Essa reunião de músicos que carregam décadas de envolvimento com o underground brasileiro ganha sua primeira manifestação com “Recrucify In Pain”. O single apresenta a proposta do Leprous Nuclear Soldier sem polimentos ou concessões, resgatando a essência visceral que ajudou a transformar o metal extremo de Belo Horizonte em referência internacional.

 

A banda já trabalha em seu próximo lançamento e prepara também seus primeiros passos fora do Brasil. Em 2027, o Leprous Nuclear Soldier irá levar o metal negro de Belo Horizonte ao continente europeu em uma turnê ao lado do Sodomizer.

 

Mais novidades sobre a jornada imunda do Leprous Nuclear Soldier serão anunciadas em breve.

 

“Recrucify In Pain” estará disponível nas plataformas digitais em 25 de setembro.

 

Para acompanhar as próximas novidades, siga o Leprous Nuclear Soldier em seu Instagram oficial:

https://www.instagram.com/leprousnuclearsoldier/



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Postado em 09 de setembro de 2026 @ 07:22

Com influências de Death, Doom, Sludge, Black Metal, Hardcore e Deathcore, grupo apresenta trabalho conceitual estruturado como uma tragédia grega

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Pesado, agressivo, desconfortável e difícil de encaixar em uma única prateleira do metal. É assim que o Bebê Feio chega a “Tragédia”, primeiro álbum completo de sua carreira e trabalho que transforma alguns dos aspectos mais sombrios da experiência humana em uma narrativa dividida em três atos e um epílogo.

 

Formado em 2021 por Johnny, Pedrinho, Leandro, Bruno e Gunther o Titã, o Bebê Feio surgiu quando os cinco músicos resolveram fazer uma boa bagunça sonora. Algumas bebidas de procedência duvidosa depois, Death, Doom, Sludge, Black Metal, Hardcore e Deathcore acabaram misturados em uma sonoridade agressiva e difícil de rotular.

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A solução encontrada pela própria banda foi simples: chamar tudo isso de metal feio.

 

Se nas redes sociais o grupo faz questão de alimentar a fama com graçolas e presepadas, musicalmente o Bebê Feio trata a coisa com muito mais seriedade. Depois dos EPs “Bebê Feio” e “Bestiário”, que marcaram uma espécie de puberdade prematura da banda, chega agora a suposta maioridade com “Tragédia”.

 

O ponto de partida do álbum nasceu de uma ideia tão improvável quanto ambiciosa: e se um disco de metal fosse estruturado como uma tragédia grega?

 

A resposta está em uma sequência de músicas organizadas em três atos e um epílogo, formando uma narrativa que passa por abuso, culpa, perda, religião, sofrimento, conflitos internos e pela própria capacidade humana de transformar a dor alheia em espetáculo.

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A tragédia começa com “Tarântula”. No primeiro ato, a faixa transforma um abusador em um predador cuja presença continua contaminando a vítima mesmo depois de seu desaparecimento.

 

O segundo ato aprofunda os conflitos. “Sono” questiona como alguém pode cometer atrocidades e, depois, simplesmente continuar dormindo. “Despresença” parte da queda da figura heroica do pai para colocar em dúvida a existência de um Deus protetor.

 

É também nesse momento que aparece “Tragédia”, primeira música de trabalho do álbum. A faixa desloca o olhar para quem observa o sofrimento e transforma a dor em entretenimento, mostrando que, diante desse espetáculo, ninguém permanece completamente inocente.

 

No terceiro ato, o Bebê Feio abandona o mundo exterior para mergulhar na própria mente.

 

“Condição Humana Torturante” transforma o pensamento em um cativeiro. “Toxina da Fé” inverte a lógica religiosa ao sugerir que talvez não seja a carne que contamine a fé, mas justamente o contrário. “Instinto”, por sua vez, encerra o ato rompendo qualquer tentativa de contenção e deixando escapar aquilo que nunca pôde ser domesticado.

 

Depois de atravessar os três atos, “Sal” assume o papel de epílogo. A música retrata uma mente saturada pelo excesso de informação e que começa a se dissolver lentamente, como uma lesma em contato com o sal.

 

Mas há algo inesperado escondido no encerramento: esperança.

 

A harmonia de “Sal” abre uma pequena fresta de luz em meio a tudo o que veio antes. Uma escolha que revela uma contradição importante para compreender o Bebê Feio. Por trás das tragédias, da violência, dos conflitos e das partes mais desagradáveis da condição humana que aparecem em suas músicas, existe uma banda profundamente otimista.

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Com “Tragédia”, o Bebê Feio leva seu metal feio para além da mistura de estilos. O termo passa também a representar a maneira como a banda observa aquilo que existe de desconfortável, contraditório e, muitas vezes, feio na experiência humana.

 

Tudo isso sem abandonar a ideia de que, mesmo no meio da tragédia, ainda existe espaço para acreditar na vida.

 

Ouça “Tragédia” agora na sua plataforma de streaming preferida:

https://atra.lnk.to/tragedia

 

Acompanhe a Bebê Feio em seus canais oficiais:
https://linktr.ee/bebefeio



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