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Postado em 09 de setembro de 2026 @ 08:54

Liderado pelo baterista Armando Leprous, ex-Sarcófago, Mutilator e Holocausto, projeto estreia nas plataformas digitais em 25 de setembro

Belo Horizonte volta a vomitar metal extremo. Leprous Nuclear Soldier, projeto que reúne nomes conhecidos do underground brasileiro, apresenta no dia 25 de setembro seu primeiro single, “Recrucify In Pain”, faixa que chega às plataformas digitais carregando uma sonoridade crua, pesada, suja e maligna.

 

À frente do projeto está o baterista Armando Leprous, músico cuja trajetória está diretamente ligada a três nomes fundamentais da histórica cena extrema de Belo Horizonte: Sarcófago, Mutilator e Holocausto.

 

Armando passou pelas baquetas das três bandas, que fizeram parte de uma geração responsável por colocar o metal extremo brasileiro no mapa internacional. Surgidas em Minas Gerais nos anos 1980, Sarcófago, Mutilator e Holocausto ajudaram a construir uma sonoridade radical que atravessou fronteiras e se tornou referência para diferentes vertentes do gênero ao redor do mundo.

 

O impacto dessa cena foi especialmente marcante no desenvolvimento do black metal, inclusive sobre a geração que posteriormente daria origem à explosão do black metal norueguês no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Dentro desse contexto, a trajetória de Armando carrega parte da história de um período em que Belo Horizonte se tornou um dos epicentros da música extrema mundial.

 

Agora, o baterista dá continuidade a essa jornada com o Leprous Nuclear Soldier.

 

Ao seu lado está outro veterano do underground, Marck The Fornikator, ex-guitarrista do Sextrash e atualmente integrante das bandas Sodomizer e Satan Worship. Dentre os álbuns gravados, Marck tem em seu currículo o influente “Funeral Serenade”, do Sextrash, de 1992.

 

Completando a formação, Leatherface Perkele assume os vocais e o baixo. O músico é também frontman e baixista do Sodomizer, Satan Worship e Hellkommander.

 

Essa reunião de músicos que carregam décadas de envolvimento com o underground brasileiro ganha sua primeira manifestação com “Recrucify In Pain”. O single apresenta a proposta do Leprous Nuclear Soldier sem polimentos ou concessões, resgatando a essência visceral que ajudou a transformar o metal extremo de Belo Horizonte em referência internacional.

 

A banda já trabalha em seu próximo lançamento e prepara também seus primeiros passos fora do Brasil. Em 2027, o Leprous Nuclear Soldier irá levar o metal negro de Belo Horizonte ao continente europeu em uma turnê ao lado do Sodomizer.

 

Mais novidades sobre a jornada imunda do Leprous Nuclear Soldier serão anunciadas em breve.

 

“Recrucify In Pain” estará disponível nas plataformas digitais em 25 de setembro.

 

Para acompanhar as próximas novidades, siga o Leprous Nuclear Soldier em seu Instagram oficial:

https://www.instagram.com/leprousnuclearsoldier/



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Postado em 09 de setembro de 2026 @ 07:22

Com influências de Death, Doom, Sludge, Black Metal, Hardcore e Deathcore, grupo apresenta trabalho conceitual estruturado como uma tragédia grega

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Pesado, agressivo, desconfortável e difícil de encaixar em uma única prateleira do metal. É assim que o Bebê Feio chega a “Tragédia”, primeiro álbum completo de sua carreira e trabalho que transforma alguns dos aspectos mais sombrios da experiência humana em uma narrativa dividida em três atos e um epílogo.

 

Formado em 2021 por Johnny, Pedrinho, Leandro, Bruno e Gunther o Titã, o Bebê Feio surgiu quando os cinco músicos resolveram fazer uma boa bagunça sonora. Algumas bebidas de procedência duvidosa depois, Death, Doom, Sludge, Black Metal, Hardcore e Deathcore acabaram misturados em uma sonoridade agressiva e difícil de rotular.

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A solução encontrada pela própria banda foi simples: chamar tudo isso de metal feio.

 

Se nas redes sociais o grupo faz questão de alimentar a fama com graçolas e presepadas, musicalmente o Bebê Feio trata a coisa com muito mais seriedade. Depois dos EPs “Bebê Feio” e “Bestiário”, que marcaram uma espécie de puberdade prematura da banda, chega agora a suposta maioridade com “Tragédia”.

 

O ponto de partida do álbum nasceu de uma ideia tão improvável quanto ambiciosa: e se um disco de metal fosse estruturado como uma tragédia grega?

 

A resposta está em uma sequência de músicas organizadas em três atos e um epílogo, formando uma narrativa que passa por abuso, culpa, perda, religião, sofrimento, conflitos internos e pela própria capacidade humana de transformar a dor alheia em espetáculo.

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A tragédia começa com “Tarântula”. No primeiro ato, a faixa transforma um abusador em um predador cuja presença continua contaminando a vítima mesmo depois de seu desaparecimento.

 

O segundo ato aprofunda os conflitos. “Sono” questiona como alguém pode cometer atrocidades e, depois, simplesmente continuar dormindo. “Despresença” parte da queda da figura heroica do pai para colocar em dúvida a existência de um Deus protetor.

 

É também nesse momento que aparece “Tragédia”, primeira música de trabalho do álbum. A faixa desloca o olhar para quem observa o sofrimento e transforma a dor em entretenimento, mostrando que, diante desse espetáculo, ninguém permanece completamente inocente.

 

No terceiro ato, o Bebê Feio abandona o mundo exterior para mergulhar na própria mente.

 

“Condição Humana Torturante” transforma o pensamento em um cativeiro. “Toxina da Fé” inverte a lógica religiosa ao sugerir que talvez não seja a carne que contamine a fé, mas justamente o contrário. “Instinto”, por sua vez, encerra o ato rompendo qualquer tentativa de contenção e deixando escapar aquilo que nunca pôde ser domesticado.

 

Depois de atravessar os três atos, “Sal” assume o papel de epílogo. A música retrata uma mente saturada pelo excesso de informação e que começa a se dissolver lentamente, como uma lesma em contato com o sal.

 

Mas há algo inesperado escondido no encerramento: esperança.

 

A harmonia de “Sal” abre uma pequena fresta de luz em meio a tudo o que veio antes. Uma escolha que revela uma contradição importante para compreender o Bebê Feio. Por trás das tragédias, da violência, dos conflitos e das partes mais desagradáveis da condição humana que aparecem em suas músicas, existe uma banda profundamente otimista.

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Com “Tragédia”, o Bebê Feio leva seu metal feio para além da mistura de estilos. O termo passa também a representar a maneira como a banda observa aquilo que existe de desconfortável, contraditório e, muitas vezes, feio na experiência humana.

 

Tudo isso sem abandonar a ideia de que, mesmo no meio da tragédia, ainda existe espaço para acreditar na vida.

 

Ouça “Tragédia” agora na sua plataforma de streaming preferida:

https://atra.lnk.to/tragedia

 

Acompanhe a Bebê Feio em seus canais oficiais:
https://linktr.ee/bebefeio



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Postado em 04 de setembro de 2026 @ 10:00

Banda mineira volta ao tradicional reduto do rock paulistano neste sábado (5), apenas uma semana depois de sua primeira apresentação no local; show terá entrada gratuita

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Uma semana foi suficiente para a Niente garantir seu retorno à Woodstock Rock Store. Depois da ótima repercussão da apresentação realizada no último sábado, a banda mineira recebeu um convite especial de Walcir Chalas, proprietário da loja: voltar ao palco já neste sábado, 5 de setembro, desta vez fazendo parte das comemorações pelos 48 anos de história da Woodstock Rock Store.

 

O show acontece às 17h30, com entrada gratuita, e ganha um significado especial para o grupo. Além de retornar a São Paulo em um intervalo de apenas sete dias, a Niente passa a integrar a celebração de um dos endereços mais tradicionais ligados à cultura rock na capital paulista.

 

O convite surgiu justamente após a apresentação da semana passada. A performance agradou Walcir Chalas, que decidiu chamar a banda novamente para participar da programação de aniversário da loja.

 

Para a Niente, a nova apresentação também chega em um momento de expansão de sua trajetória e de divulgação do recém-lançado single “Pietra”, que vem abrindo uma nova fase para o grupo.

 

No repertório deste sábado estarão músicas do EP de estreia da Niente, além de “Pietra”, composição que transforma lembranças e experiências afetivas vividas pelos integrantes durante a adolescência em uma personagem fictícia.

 

A faixa foi gravada e mixada por Lisciel Franco, no ForestLab Studio, conhecido pelo trabalho com gravação analógica. Musicalmente, “Pietra” ajuda a sintetizar características que a Niente vem desenvolvendo em seu trabalho autoral, combinando peso, melodias marcantes e uma abordagem emocional nas letras.

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O novo single também acompanha um período de maior presença da banda nos palcos. Formada no sul de Minas Gerais a partir da amizade e do interesse em comum pela música, a Niente atravessou mudanças de formação e os obstáculos enfrentados pela cena independente durante e após a pandemia até chegar à atual fase.

 

Agora, novos lançamentos e uma agenda crescente de apresentações vêm levando o grupo a novos públicos — e o retorno imediato à Woodstock Rock Store é mais um reflexo desse momento.

 

A apresentação deste sábado também coloca a Niente dentro de uma comemoração histórica. Com 48 anos de atividade, a Woodstock Rock Store atravessou diferentes gerações e se consolidou como um dos pontos tradicionais para fãs de rock e heavy metal em São Paulo.

 

Para quem perdeu a apresentação da Niente na semana passada — ou para quem gostou e quer conferir novamente —, a comemoração oferece uma nova oportunidade, desta vez em clima de aniversário.

 

SERVIÇO – NIENTE NA WOODSTOCK ROCK STORE

 

Data: sábado, 5 de setembro de 2026

Horário: 17h30

Local: Woodstock Rock Store

Endereço: Rua Dr. Falcão Filho, 161 – Anhangabaú – São Paulo/SP

Referência: ao lado da estação Anhangabaú do Metrô

Entrada: gratuita

Mais informações:

www.instagram.com/woodstockrockstoreofficial

 

Acompanhe a Niente em seus canais oficiais:

https://www.instagram.com/nienteoficial

https://www.youtube.com/@Nienteoficial

https://open.spotify.com/intl-pt/artist/5qjMXyq9lk55N4plKwnyAE?si=4S8SvyXgRhKLSAOYfetcfA



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Postado em 03 de setembro de 2026 @ 17:45

Filme reúne depoimentos de nomes como Mikkey Dee, Andreas Kisser, Jeff Scott Soto, Tim “Ripper” Owens, Edu Falaschi e irmãos Busic, além de histórias e bastidores de uma das casas mais emblemáticas do rock brasileiro

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Trinta anos de shows, encontros, histórias e algumas das noites mais marcantes do rock em São Paulo estão reunidos em “Manifesto Bar – 30 Anos do Templo do Rock”, documentário que acaba de ser disponibilizado no YouTube e pode ser assistido gratuitamente.

A produção revisita a trajetória de um espaço que ultrapassou há muito tempo a definição de bar ou casa de shows. Ao longo de três décadas, o Manifesto Bar tornou-se ponto de encontro de diferentes gerações de fãs, músicos, produtores e profissionais do meio, além de parada praticamente obrigatória para inúmeros artistas nacionais e internacionais em passagem pelo Brasil.

Essa história é contada no documentário não apenas através dos grandes shows que passaram pelo local, mas principalmente pelas pessoas que ajudaram a construir sua identidade.

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Entre os depoimentos presentes no filme estão Mikkey Dee (Scorpions, ex-Motörhead, King Diamond), Andreas Kisser (Sepultura), Andria Busic e Ivan Busic (Dr. Sin), Jeff Scott Soto, Tim “Ripper” Owens e Edu Falaschi, entre muitos outros artistas e personagens ligados à história da casa.

São diferentes gerações e vertentes do rock e do heavy metal compartilhando lembranças de um endereço que se transformou em referência para a cena.

“Uma história construída por artistas, fãs, equipes e milhares de pessoas que fizeram do Manifesto muito mais do que uma casa de shows: um verdadeiro ponto de encontro para quem vive o rock.”

O projeto nasceu de uma iniciativa de Eric Garcez, sócio do Estúdio Chromakey e produtor do documentário. Diante da importância cultural adquirida pelo Manifesto ao longo das décadas, Garcez percebeu que era necessário registrar a história da casa em sua configuração original, especialmente diante da histórica mudança de endereço.

Para transformar esse material em documentário, o diretor Rodiney Assunção foi convidado para assumir o projeto.

O resultado vai além de um simples registro cronológico. A produção mergulha nas memórias e nos bastidores do Manifesto, recuperando histórias que ajudam a explicar por que o local conquistou o apelido de “Templo do Rock” e se tornou parte da própria história da música pesada em São Paulo.

Ao longo do filme, depoimentos, lembranças e registros conduzem o espectador por diferentes momentos dessa trajetória, mostrando a relação criada entre o Manifesto, os artistas e, principalmente, o público.

É também um retrato de uma época em que casas dedicadas ao rock desempenharam papel fundamental na formação de público, na circulação de bandas e na manutenção de uma cena que nem sempre encontrou espaço nos grandes circuitos.

Durante seus 30 anos de história, o Manifesto recebeu incontáveis artistas brasileiros e estrangeiros. Mas o documentário procura mostrar que a importância da casa não pode ser medida apenas pelos nomes que passaram por seu palco.

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Parte fundamental dessa trajetória aconteceu fora dele: nas conversas entre músicos e fãs, nos encontros antes e depois dos shows, nas amizades criadas ao longo dos anos e na comunidade que transformou o espaço em uma espécie de segunda casa para muitos apaixonados por rock.

“Manifesto Bar – 30 Anos do Templo do Rock” surge, assim, como uma homenagem coletiva a todos que fizeram parte dessa história — dos artistas às equipes técnicas, dos produtores aos funcionários e, naturalmente, às milhares de pessoas que atravessaram suas portas ao longo de três décadas.

E o público também está convidado a ampliar esse registro. Após assistir ao documentário, quem viveu momentos marcantes no Manifesto pode contar suas próprias histórias nos comentários do vídeo no YouTube, acrescentando novas memórias a essa trajetória.

Assista a “Manifesto Bar – 30 Anos do Templo do Rock”:

https://www.youtube.com/watch?v=14mADIlZclc

Mais informações:

https://linktr.ee/manifestobar



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Postado em 03 de setembro de 2026 @ 17:12

Show acontece dois dias após apresentação especial com o Black Pantera no Rock in Rio

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A Nervosa tem encontro marcado com o público paulistano no dia 7 de setembro, quando sobe ao palco do Carioca Club, em Pinheiros, para apresentar a turnê de seu novo álbum, “Slave Machine”. A noite, produzida pela TC7 Produções, terá ainda Carro Bomba e Blades Of Steel como bandas convidadas. A abertura da casa está marcada para as 18h (Confira serviço completo abaixo!)

 

A apresentação acontece em um momento especial para a Nervosa. Dois dias antes, em 5 de setembro, a banda estará no Rock in Rio, onde fará uma performance conjunta com o Black Pantera. Na sequência, retorna a São Paulo para colocar o novo capítulo de sua carreira em primeiro plano.

 

“Slave Machine” foi lançado pela Napalm Records, e dá sequência a “Jailbreak” (2023), trabalho que marcou uma importante transformação na formação e na sonoridade do grupo.

 

Produzido por Martin Furia, guitarrista do Destruction, o disco traz uma Nervosa que preserva suas raízes no thrash metal, mas procura expandir sua linguagem dentro do gênero. Peso, velocidade e agressividade continuam fundamentais, agora aliados a uma produção contemporânea e à evolução musical construída pela banda ao longo dos últimos anos.

 

As críticas sociais também permanecem presentes no universo da Nervosa, assim como a representatividade feminina em um cenário historicamente dominado por homens.

 

Desde “Jailbreak”, a fundadora Prika Amaral acumula as funções de guitarrista e vocalista, mudança que trouxe uma nova dinâmica para a identidade do grupo e se consolida agora com “Slave Machine”.

 

A formação atual traz Prika Amaral (vocal e guitarra), Helena Kotina (guitarra), Emmelie Herwegh (baixo), Hel Pyre (baixo) e Michaela Naydenova (bateria). A formação internacional reforça uma característica que acompanha a trajetória recente do grupo, que há anos mantém uma intensa presença nos palcos da Europa, América do Norte e América Latina.

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É justamente nos palcos que “Slave Machine” começa agora a ganhar outra dimensão. O show no Carioca Club, em São Paulo, será uma das primeiras oportunidades para o público brasileiro conferir ao vivo as músicas do novo álbum, apenas dois dias depois da apresentação especial da Nervosa com o Black Pantera no Rock in Rio.

 

Assista o vídeo de “Impeding Doom”:
https://www.youtube.com/watch?v=H3vgFPNHFcI

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SERVIÇO:

NERVOSA – “SLAVE MACHINE” – SÃO PAULO

 

Data: 7 de setembro de 2026 (segunda-feira de feriado)

Local: Carioca Club Pinheiros

Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo/SP

Abertura: 18h

Bandas: Nervosa, Carro Bomba e Blades Of Steel

Classificação: 18 anos

Produção: TC7 Produções

 

Ingressos:

https://www.clubedoingresso.com/evento/nervosa-saopaulo

 

Informações:

https://linktr.ee/nervosaofficial

www.tc7producoes.com

www.lpmetalpress.com.br



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