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Postado em 30 de outubro de 2026 @ 08:22

Banda se apresenta no dia 7 de novembro, em São Paulo, com repertório marcado pela mistura de rock, MPB e influências brasileiras; novo trabalho reúne participações de BNegão, Kiko Dinucci e artistas da nova geração

Fotos: Marcos Hermes 

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A banda paulistana Naimaculada sobe ao palco do Sesc Belenzinho, em São Paulo, no próximo dia 7 de novembro (sábado), às 20h30, para apresentar sua mistura de rock psicodélico, experimentalismo e música brasileira. O show acontece no Teatro da unidade e marca uma nova fase do grupo, que acaba de lançar o EP “Acromatopsia”, pela gravadora Deck, reunindo participações de nomes como BNegão, Kiko Dinucci, Thalin, Nabru e Sol.

 

Conhecida por sua sonoridade pouco convencional, a Naimaculada se define como um projeto antropofágico, capaz de absorver diferentes referências e transformá-las em uma identidade musical própria. Do rock psicodélico ao hardcore punk, passando pelo blues, pela MPB e por ritmos brasileiros, o sexteto constrói composições que desafiam classificações e exploram diferentes caminhos sonoros.

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A apresentação no Sesc Belenzinho acontece menos de dois meses após o lançamento de Acromatopsia, disponibilizado nas plataformas digitais em 14 de setembro. Com quatro faixas, o trabalho amplia o universo musical apresentado no álbum de estreia, “A Cor Mais Próxima do Cinza” (2025), mas propõe uma mudança de perspectiva: se antes a banda observava a experiência urbana, agora direciona seu olhar para a maneira como as pessoas percebem a sociedade, o tempo, as relações e as contradições do cotidiano.

 

O próprio título do EP traduz esse conceito. A acromatopsia é uma rara condição visual que compromete a percepção das cores, fazendo com que o mundo seja enxergado predominantemente em tons de preto, branco e cinza. A ideia surgiu a partir das observações dos integrantes sobre a paisagem e a rotina de São Paulo.

 

“O primeiro intuito do título era inspirado por a gente andando por São Paulo e ver tudo preto e branco, é tudo diferente, mas seguindo um padrão”, explica o vocalista Ricardo Paes.

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Capa do EP (Marcos Hermes)

 

Além da proposta conceitual, Acromatopsia chama atenção pela diversidade de participações especiais. O EP promove encontros entre artistas de diferentes gerações e vertentes musicais, reforçando o caráter experimental da Naimaculada.

 

Em “Pecado Tem Medo”, a banda recebe BNegão e Thalin, do projeto Maria Esmeralda, em uma composição que aborda os desafios de conciliar a criatividade artística com as exigências e inseguranças da vida contemporânea. Já “Shangrilá”, com participação da rapper Nabru, explora as dificuldades, os prazeres e as contradições de quem escolhe viver de arte.

 

A instrumental “Terminal Bandeira” conta com a guitarra de Kiko Dinucci e retrata o caos urbano e a conformidade diante de uma rotina distópica. Encerrando o trabalho, “O Que É Que Será”, parceria com Sol, da banda Ímola, discute a dificuldade de mobilização coletiva e os obstáculos que impedem as pessoas de transformar suas inquietações em ação.

 

A experimentação ultrapassou também as fronteiras brasileiras. Parte do EP foi gravada em Shijiazhuang, na China, com a colaboração de músicos locais e a utilização de instrumentos tradicionais chineses, ampliando ainda mais a diversidade de texturas e influências presentes no trabalho.

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Outro destaque dessa nova fase é a entrada oficial da guitarrista Duda Freitas, que participou ativamente da criação dos arranjos e das composições de Acromatopsia. Ao lado de Samuel Xavier, ela estabelece uma nova configuração de duas guitarras, expandindo as possibilidades musicais do grupo.

 

Atualmente, a Naimaculada é formada por Ricardo Paes (voz), Luiz Viegas (baixo), Samuel Xavier (guitarra), Gabriel Gadelha (sopros), Pietro Benedan (bateria) e Duda Freitas (guitarra).

 

Com uma formação diversa e uma proposta artística que transita entre diferentes estilos, culturas e gerações, a Naimaculada chega ao Sesc Belenzinho em um momento de renovação criativa. O espetáculo será uma oportunidade para o público conhecer essa nova fase da banda e mergulhar em uma experiência musical que coloca em diálogo o peso do rock, a liberdade da psicodelia e a riqueza da música brasileira.

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SERVIÇO — NAIMACULADA NO SESC BELENZINHO

 

Show: Acromatopsia

 

Data: 7 de novembro de 2026 (sábado)

 

Horário: 20h30

 

Local: Sesc Belenzinho — Teatro

 

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 — Belenzinho, São Paulo/SP

 

Classificação: 12 anos

 

Ingressos: R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia-entrada) e R$ 18 (Credencial Sesc)

 

Vendas: Pelo Sesc São Paulo, com venda presencial anunciada para 28 de outubro, às 17h, sujeita à disponibilidade.

 

Mais informações e ingressos:

https://www.sescsp.org.br/programacao/naimaculada/

 

Ouça o EP “Acromatopsia”:

https://naimaculada.lnk.to/ACROMATOPSIA

 

Instagram oficial:

https://www.instagram.com/naimaculada/



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Postado em 23 de outubro de 2026 @ 17:42

Banda se apresenta nesta sexta-feira (23) na capital federal e sábado (24) em Goiânia, levando o repertório de seus dois álbuns e clássicos do rock; apresentações estão entre as últimas com a vocalista, que deixará o grupo em novembro

 

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A banda Malvada desembarca pela primeira vez em Brasília e Goiânia neste fim de semana para duas apresentações que terão um significado especial em sua trajetória. Os shows acontecem nesta sexta-feira (23), no Vikings Pub, em Brasília, e no sábado (24), na unidade da casa em Goiânia, e estão entre os últimos compromissos do grupo com a vocalista Indira Castillo, que anunciou recentemente sua saída da banda.

 

As apresentações prometem uma combinação de peso, energia e emoção, reunindo músicas dos dois álbuns lançados pela Malvada, além de clássicos do rock que fazem parte de seu repertório ao vivo. Para o público das duas capitais, será a primeira oportunidade de conferir de perto a força da banda nos palcos e uma das últimas chances de acompanhar Indira à frente do grupo.

 

Na sexta-feira, a Malvada se apresenta no Vikings Pub Brasília, a partir das 22h, com abertura da banda Os Imorais. No sábado, será a vez do público goiano receber o grupo no Vikings Pub Goiânia, também às 22h, com a participação da banda Nighttrain na abertura.

 

Os shows acontecem em um momento de transição para a Malvada. Após um período de intensa atividade, que incluiu apresentações importantes como a participação no Rock in Rio, onde a banda abriu a programação do Palco Sunset, Indira Castillo anunciou que encerrará sua passagem pelo grupo no final de novembro, para se dedicar a novos projetos pessoais e profissionais.

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A cantora teve papel importante nessa fase da trajetória da Malvada, contribuindo com sua potência vocal, personalidade e presença de palco para consolidar a identidade musical da banda. Sua despedida encerra um capítulo significativo, mas também abre caminho para novos desafios em sua carreira artística.

 

Em comunicado oficial, a Malvada agradeceu à vocalista pela parceria e pela história construída em conjunto, desejando sucesso em seus próximos projetos. A banda ressaltou que seguirá normalmente com suas atividades e que a nova vocalista será anunciada no início de novembro, dando continuidade à sua trajetória.

 

Para Indira, o encerramento desse ciclo representa a oportunidade de explorar novos caminhos musicais e desenvolver trabalhos autorais, entre eles sua carreira solo, que recentemente ganhou um novo capítulo com o lançamento do EP Pandora.

 

Com a despedida se aproximando, as apresentações em Brasília e Goiânia ganham um caráter ainda mais especial. Além de marcar a estreia da Malvada nas duas cidades, os shows serão uma oportunidade para os fãs celebrarem ao vivo essa formação e acompanharem de perto os últimos momentos de Indira Castillo como vocalista da banda.

 

SERVIÇO:

 

MALVADA EM BRASÍLIA/DF

 

Data: Sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Horário: 22h

 

Local: Vikings Pub Brasília

Endereço: SIG Sudoeste, Quadra 08, Lotes 2285/2286 – Brasília/DF

 

Banda de abertura: Os Imorais

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MALVADA EM GOIÂNIA/GO

 

Data: Sábado, 24 de outubro de 2026

Horário: 22h

 

Local: Vikings Pub Goiânia

Endereço: Avenida T-7, 921, Setor Bueno – Goiânia/GO

 

Banda de abertura: Nighttrain

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Acompanhe a Malvada em seus canais oficiais:

https://www.instagram.com/bandamalvada

https://www.facebook.com/malvadabanda

https://www.malvadabanda.com.br/



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Postado em 23 de outubro de 2026 @ 00:24

Banda se apresenta nesta sexta (23), em Niterói, e sábado (24), em Belford Roxo, fortalecendo a conexão do hardcore latino-americano; grupo também prepara lançamento de músicas em espanhol para 2027

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O hardcore latino-americano vai mostrar sua força neste fim de semana no Rio de Janeiro! A banda SwitchBacK se prepara para duas apresentações ao lado dos colombianos do xCRITERIOx, que desembarcam pela primeira vez no Brasil. Os encontros acontecem nesta sexta-feira (23), no Neu Niterói, em Niterói, e no sábado (24), durante a 16ª edição do Hardcore Favela, na Taverna do Troll, em Belford Roxo.

 

Representante da cena de Niterói, o SwitchBacK promete apresentações intensas, reunindo a agressividade do hardcore e do punk, riffs cortantes de thrash metal e elementos de crossover. Com letras que abordam conflitos sociais, questões políticas e as contradições do cotidiano, o quarteto leva aos palcos a força de seu álbum de estreia, “O Cão Tá Pra Trás”, lançado em outubro de 2025.

 

Com 13 faixas, o disco representa um importante capítulo na trajetória da banda, iniciada com os EPs Sobrevivendo ao Caos (2019) e Batendo de Frente (2021). O trabalho aprofunda a mistura de hardcore, punk, thrash e influências de grindcore, consolidando uma identidade marcada pela velocidade, pelo peso e pela contundência de suas mensagens.

 

Na sexta-feira, o palco do Neu Niterói recebe, além do SwitchBacK, os colombianos do xCRITERIOx, diretamente de Bogotá. Em sua estreia no Brasil, o grupo apresenta seu hardcore straight edge e músicas do EP Capital. Completando a programação, o Fardo, de São Gonçalo, leva sua sonoridade marcada por tensão e melancolia, combinando breakdowns, two steps e panic chords.

 

A maratona continua no sábado, quando as bandas seguem para Belford Roxo, onde acontece o Hardcore Favela XVI, na Taverna do Troll. Em sua 16ª edição, o festival reúne xCRITERIOx, Clava, StaySafe, Skorno e SwitchBacK, além da participação do DJ Sam. Com ingressos antecipados a R$ 10 e piscina liberada para o público, o evento promete mais um encontro de peso entre representantes do underground sul-americano.

 

Mais do que uma sequência de apresentações, os dois shows reforçam a conexão entre diferentes cenas do hardcore latino-americano, aproximando bandas e públicos que compartilham a cultura independente, a intensidade musical e o compromisso com a expressão artística.

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A aproximação com a cena latino-americana também faz parte dos próximos passos do SwitchBacK. Recentemente, a banda entrou no Tellus Studio, em Niterói (RJ), para registrar versões em espanhol de quatro músicas do álbum O Cão Tá Pra Trás.

 

A iniciativa marca o início de uma nova fase na carreira do quarteto, que pretende ampliar sua presença em outros países e fortalecer os laços com bandas, coletivos e fãs de hardcore em toda a América Latina.

 

O novo material tem lançamento previsto para o primeiro semestre de 2027, justamente quando o SwitchBacK celebrará 10 anos de carreira. A proposta é levar suas composições a novos públicos sem abrir mão da agressividade sonora e das críticas sociais que sempre marcaram sua trajetória.

 

“Nossa ideia é fortalecer essa rede de resistência que sempre existiu dentro do hardcore latino-americano. Queremos ampliar esse diálogo com bandas e públicos de outros países, mantendo a mesma essência, o mesmo peso e a mesma mensagem que sempre fizeram parte da SwitchBacK”, destaca a banda.

 

Com os dois shows ao lado do xCRITERIOx e a preparação desse novo lançamento, o SwitchBacK dá mais um passo em sua trajetória, reafirmando a força do hardcore independente e mostrando que a conexão entre as cenas sul-americanas vai muito além das fronteiras.

 

Atualmente, o SwitchBacK é formado por Vinny (vocais), Fabio Lannes (guitarra), Luciano Munhoz (baixo) e Mauro Lopes (bateria).

 

Serviço — Shows

 

Sexta-feira, 23 de outubro — Niterói/RJ

 

Local: Neu Niterói

 

Bandas: xCRITERIOx (Colômbia), SwitchBacK e Fardo

 

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Sábado, 24 de outubro — Belford Roxo/RJ

 

Evento: Hardcore Favela XVI

 

Local: Taverna do Troll

 

Atrações: xCRITERIOx (Colômbia), Clava, StaySafe, Skorno, SwitchBacK e DJ Sam

 

Ingressos antecipados: R$ 10

Piscina liberada para o público

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Ouça e acompanhe o SwitchBacK

 

Álbum “O Cão Tá Pra Trás”:

https://onerpm.link/311194527279

 

https://www.instagram.com/switchback_hc/

https://www.facebook.com/switchbackoficial

https://www.youtube.com/@switchbackofficial



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Postado em 22 de outubro de 2026 @ 19:13

Versão em português de “Camina” reúne os vocalistas Pedro Zupo e Marino Vásquez em uma homenagem àqueles que deixam sua terra natal em busca de uma vida melhor

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As bandas Armadilha, do Brasil, e Guerra Santa, da Venezuela, uniram forças para o lançamento de “Caminha”, versão em português da música “Camina”, que chegou ao público nesta quarta-feira, 21 de outubro. A colaboração reúne os vocalistas Pedro Zupo e Marino Vásquez em uma canção carregada de emoção, que aborda a coragem, as perdas e a esperança de milhões de pessoas que precisam abandonar suas origens em busca de segurança, dignidade e novas oportunidades.

 

Originalmente lançada como single em 2019 e posteriormente incluída no álbum “Éxodo: Un Nuevo Comienzo”, “Camina” nasceu como uma homenagem aos emigrantes que enfrentam jornadas incertas, atravessando fronteiras e deixando para trás familiares, amigos e tudo aquilo que construíram ao longo da vida. A composição também presta tributo àqueles que não conseguiram completar essa travessia, transformando suas histórias em uma mensagem de solidariedade e resistência.

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Agora, com a participação do Armadilha, a música ganha uma nova interpretação em português, ampliando o alcance de uma mensagem que ultrapassa fronteiras geográficas, culturais e políticas. Mais do que uma colaboração musical, “Caminha” representa um encontro entre duas bandas latino-americanas que compartilham a visão de que o heavy metal também pode ser um instrumento de reflexão sobre questões humanas e sociais.

 

Ouça “Caminha”:
https://open.spotify.com/album/0biIKhL2mI2DiCCX0DVFKQ?si=rcKY56gwQ8GRq3tBUolUdQ&utm_source=copy-link

 

O Armadilha lançou recentemente “Além do Limite Astral”, álbum que já está disponível nas plataformas digitais e também ganhou edição especial em CD pela gravadora carioca Dies Irae Records. Com nove faixas em seu repertório principal, além de uma releitura e três bônus, o trabalho reafirma as raízes da banda no Heavy Metal tradicional enquanto amplia seu diálogo com a história e a cena metálica latino-americana.

 

Produzido, mixado e masterizado por Val Santos, nome de longa trajetória no Heavy Metal brasileiro, “Além do Limite Astral” foi construído para preservar uma sonoridade pesada e orgânica. O resultado marca um novo momento para o grupo formado por Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

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A identidade do projeto vai além das músicas. Toda a concepção visual de “Além do Limite Astral”, incluindo a capa e o slipcase, foi desenvolvida pelo próprio vocalista Pedro Zupo, reforçando o caráter autoral do álbum e a participação direta dos integrantes em diferentes aspectos de sua criação.

 

Para os colecionadores, “Além do Limite Astral” também está disponível em edição especial em CD pela Dies Irae Records, com slipcase, pôster, adesivo e booklet de 16 páginas, trazendo letras e fotografias inéditas.

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Com “Além do Limite Astral”, o Armadilha não apenas acrescenta um novo trabalho à sua discografia. A banda transforma suas próprias referências em uma declaração de pertencimento a uma cultura construída por diferentes gerações — e que, para o grupo, não termina nas fronteiras brasileiras.

 

Ouça “Além do Limite Astral”:
https://open.spotify.com/intl-pt/album/3dvzRNXT8WTPjGySk1w4RN?si=b0NXjoxhS9We_LU8jTti9Q

 

Adquira o CD:

order@diesirae.com.br

 

Acompanhe o Armadilha:

https://www.instagram.com/armadilhaheavymetal    https://www.facebook.com/armadilha.heavymetal

https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4g36ehhgA5Ypi2MV3xPesQ?si=GgM-1EmmTsmxFiDLTel_dw

 



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Postado em 22 de outubro de 2026 @ 08:24

Com edição limitada de 300 cópias, primeiro álbum da banda ganha versão especial em vinil verde neon, enquanto o grupo trabalha em novas composições

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O Inferno Nuclear segue mantendo acesa a chama do thrash metal nacional! Enquanto prepara um novo EP, previsto para o início de 2027, a banda anuncia uma edição especial em vinil de seu primeiro álbum de estúdio, “Diante de Um Holocausto”, originalmente lançado há cinco anos. O trabalho, que já havia chegado ao público nos formatos CD slipcase e fita cassete, agora ganha uma versão de colecionador, resgatando a agressividade e a identidade que marcaram os primeiros passos do grupo.

 

Fabricado pela Rocinante, o vinil de 12 polegadas chega em uma edição limitada a apenas 300 cópias, na cor verde neon translúcido, com 180 gramas, encarte e faixa bônus. O lançamento foi viabilizado por um coletivo de selos e representa mais um capítulo na trajetória do Inferno Nuclear, que mantém sua proposta de unir a sonoridade clássica do thrash metal a letras de forte conteúdo político e social.

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Formado em 2006, em Belém do Pará, por iniciativa do vocalista Wellington Freitas, o Inferno Nuclear nasceu sob a influência direta da escola norte-americana de thrash metal, especialmente da Bay Area, tendo como referências nomes como Exodus, Vio-lence, Anthrax e Testament, além da brutalidade do Sepultura.

 

Desde o início, porém, a banda buscou construir sua própria identidade. Cantando em português e apostando em composições rápidas, agressivas e sem concessões, o grupo transformou sua música em instrumento de contestação, abordando temas como a ascensão do fascismo, a exploração ambiental, as desigualdades sociais e o preconceito.

 

Essa postura ganhou ainda mais força com “Amazônia em Chamas”, segundo álbum de estúdio, lançado em 2025. Com uma abordagem lírica voltada à destruição do ecossistema amazônico, o trabalho consolidou a identidade musical e ideológica da banda, combinando a violência sonora do thrash metal com um contundente alerta sobre as consequências da exploração predatória da natureza.

 

O disco também ampliou a presença internacional do Inferno Nuclear. Na Europa, ganhou lançamento em CD pela gravadora alemã Witches Brew, enquanto o selo Thanatology Productions ficou responsável por uma edição em fita cassete destinada ao mercado asiático, fortalecendo a circulação do trabalho entre fãs e colecionadores do metal extremo.

 

Atualmente radicado em São Paulo, o Inferno Nuclear mantém a mesma essência que motivou sua criação há duas décadas. Com Wellington Freitas nos vocais, Leonardo Garcia na guitarra, Leandro Kronnos no baixo e Marcos Luz na bateria, o quarteto segue investindo em uma sonoridade fiel às raízes do thrash metal, sem abrir mão de sua visão crítica sobre os acontecimentos do mundo contemporâneo.

 

E o próximo capítulo já está sendo preparado. Paralelamente ao lançamento da edição especial de “Diante de Um Holocausto”, o Inferno Nuclear trabalha em um novo EP, com previsão de chegada no início de 2027. O projeto dará continuidade à trajetória da banda, que atravessa duas décadas de atividade mantendo o compromisso com o peso, a velocidade e a contestação.

 

Entre o resgate de seu primeiro álbum e a preparação de material inédito, o Inferno Nuclear reafirma sua posição no underground brasileiro: fazer thrash metal sem concessões, com identidade própria e sem se calar diante das contradições da sociedade.

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A edição limitada em vinil de “Diante de Um Holocausto” pode ser adquirida diretamente com a banda ou com os selos envolvidos no lançamento.

 

Ouça “Diante de Um Holocausto”:

https://www.youtube.com/watch?v=Sewt0fTlu3w

 

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